quinta-feira, fevereiro 23, 2006

Eu não Só

Entrar.
Apagar a luz stop.
Com o desejo desvirginar a vela madrepérola que descansa no metal negro.
Incendiar a meditação cheirosa.
Premir o ON de ti.
Afundar-me no fofo de chão.
A janela já está aberta.
Não são as mãos que me chamam.
Começa o grito melódico da lágrima, confundindo-se entre tristes nevoeiros, chamas e restantes entes que te rodeiam, no entanto, entre toda esta miscelânea sonora isolo a singelaprofundasinceraimponente melancolia do teu tocar.
Dou-te à morte, que te ouve e sorri.
Pergunta-me se é a lua, digo-lhe que não e deixo que te escute novamente.
Ouço-a gargalhar.
Em galope conta-me aquilo que tu não podes ouvir.

6 Comments:

Blogger Legionaria said...

Mistura de possessão sexual e descoberta, intensas, gostei.

23/2/06 08:55  
Blogger Winterdarkness said...

bem quase nem sei o que dizer... sinto com tanta intensidade o que dizes que também partilho a dor que por vezes nela está expressa e só gostava de te poder ter perto de mim para te abraçar e reconfortar... Beijos grandes

24/2/06 05:40  
Blogger Light said...

sem duvida mt sexual...
gostei

25/2/06 05:34  
Blogger Misantrofiado said...

conta-te aquilo que não queres que ele ouça... porque ele pode ouvir!

26/2/06 09:31  
Blogger Sorrow_Leviathan said...

ai isto faz-me lembrar uma noite mto agitada!lololol
beijos my old friend e sabx k tou ca SEMPRE!!!

1/3/06 08:20  
Anonymous Anónimo said...

porque procuras? ainda

10/3/06 13:00  

Enviar um comentário

<< Home